sábado, 29 de novembro de 2008

Aldair Thomaz de Aquino e a poesia “LOUCOS” de Mônica dos Santos


















































Esta semana durante ao Café Cultural na sociedade de medicina na quarta-feira dia 26, conheci este ancião maravilhoso Aldair este que nasceu em São José do Rio preto no dia 14 de abril de 1934, declamando poesias e contaminando a todos com sua voz forte e bem postada de radialista, mas sua sensibilidade é algo extraordinário que as minhas lágrimas contidas rolaram junto com a sublimidade, e ontem a convite da Cooperativa dos Escritores de São José do Rio Preto e Região, para nossa grata surpresa ele declamou até Castro Alves. Tivemos uma noite, onde vários convidados até ousaram depois de algumas cervejas, a relembrar e declamar acrósticos e mostrar as suas veias poéticas, outro convidado lembrou a essência de Rauzito ( Raul Seixas ou Gita ) para deleite de sua companheira, o ponto alto foi a nossa declamadora oficial NINFA, encarnando nossa Cora Coralina, com a sua poesia sobre as mulheres da vida ou mulheres de zona. Mônica dos Santos (foto abaixo) com esta poesia, mostra também que os saraus são fontes de descobertas de um íntimo que temos e que devemos aflorar, e A Página da Vida juntamente com seu texto e fotos dos eventos homenageia este “louco” chamado Aldair ou Aquino como todos o conhecem. Ah como gostaria de ser “louco” também.












Um comentário:

Unknown disse...

Quanta Saudade, que me dera ser louca como ele.
Viver a vida como uma poesia, morrer de forma tão digna e mesmo depois de tanto tempo ainda ser um exemplo..
Beijos pai te amo