segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Mirassol, nossa vizinha “Cidade Amiga” faz hoje 98 anos de fundação
















Vista da praça da matriz, a Igreja de São Pedro Apóstolo, canga de bois logo na entrada da cidade, e abaixo uma das maravilhas de nossa região, Lar de Velhinhos fundado por Cândido Brasil Estrela e as torres de sustentação da entidade: Fé, Caridade e abaixo a Esperança.

Mirassol completa hoje 98 anos de fundação. Foi pela determinação do desbravador de terras Joaquim da Costa Penha, também chamado de Capitão Neves, que as terras cobertas pela mata densa se transformaram na “Cidade Amiga”, como é conhecido hoje o município. Em seu diário, capitão Neves registrou seu desejo de criar o povoado: “Hoje às doze horas do dia sigo viagem para São José do Rio Preto e daquela cidade com destino ao meu sítio que é além duas léguas (...) ali vou com pretensão de fundar a florecente e futurosa povoação de Matta-Una”. São Pedro da Matta Una foi o primeiro nome de Mirassol. Mas não tardou para que a vizinhança fizesse mau uso da nomeação. A cidade passou a ser chamada ‘Mata um’. Dois anos depois, veio a inspiração para o novo nome. O capitão passava próximo à capelinha onde havia sido rezada a primeira missa do povoado e notou a presença de flores de girassol ao redor. E a partir daí, a cidade foi batizado de Mirassol. Quase um século depois de erguido o primeiro cruzado, a “florecente e futurosa povoação” transformou-se em um município com mais de 50 mil habitantes, conhecida nacionalmente pela produção moveleira. São 56 fábricas de móveis com predominância em madeira e nove com predominância em metal. O setor conta com um sindicato (Sindicato da Indústria do Mobiliário de Mirassol - SIMM) que o representa e organiza ações de negócios, como a Movinter (Feira de Móveis do Estado de São Paulo), que movimentou cerca de R$ 175 milhões em sua última edição. Os móveis produzidos na cidade são comercializados dentro e fora do País. Nos últimos anos, a cidade vem passando por reformas. O Museu Municipal recebeu novo piso e teve o acervo recuperado; o prédio da Casa de Cultura, tombado como patrimônio histórico, passa por restauração; a praça doutor Anísio José Moreira receberá novo piso, iluminação, bancos e terá a fonte reativada. Outra ação recente foi a instalação de nove semáforos pelas principais avenidas e cruzamentos da cidade. Na cidade, também se destacam a construção dos conjuntos habitacionais; a instalação do Centro de Especialização Odontológica e dois centros para assistência social; o restaurante popular; a construção de um pronto-socorro, duas novas creches e a escola de período integral, que começou a funcionar em março deste ano. Na educação, a cidade conta também com a Escola Agrícola Matheus Leite de Abreu, associada ao Centro Paula Souza. A instituição atende 110 alunos que cursam o ensino médio e recebem formação técnica em agropecuária. Fundada em 1963, a escola agrícola já formou mais de 2 mil alunos, segundo a secretária acadêmica Denirce Aparecida Masson. A concorrência para estudar ali chega a quatro alunos por vaga. As inscrições acontecem durante o mês de novembro. Na área assistencial, o destaque é o Lar dos Velhinhos, inaugurado em 1965 por Cândido Brasil Estrela. Administrada pelo Lions Clube de Mirassol, a casa tem capacidade para 32 internos, com vagas divididas igualmente entre homens e mulheres, que contam com alas separadas. “Tenho certeza de que o Lar é um dos maiores orgulhos de Mirassol. Certamente é uma referência de credibilidade”, diz o presidente Fernando César da Silva. No esporte, o destaque é o Mirassol Futebol Clube, único time a representar a região na primeira divisão do próximo Campeonato Paulista. Fundado em 1925, o leão da alta araraquarense conseguiu o acesso à elite do futebol paulista no ano passado. No Campeonato deste ano, o time terminou a primeira fase em oitavo lugar, e disputou a semifinal do interior contra o Noroeste, de Bauru.(texto de Michelle Berti extraído do Jornal Diário da Região).

Hoje aniversário de nosso amigo cartunista, jornalista Lézio Custódio Junior








Hoje quem tem mais de trinta é nosso caricaturista, chargista e jornalista Lézio Junior, que nasceu na cidade de Uberlândia em Minas Gerais no ano de 1977, Lézio trabalha no jornal Diário da Região desde 2000 e é free lancer com caricaturas e ilustrações de 1994 a 2000; publica no site Charge On Line desde 2001; colaborou com jornais O Estado de São Paulo e Diário de São Paulo e com o Pasquim 21; ganhou mais de 15 prêmios entre salões macionais e internacionais, entre eles o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, em 2006. Lézio é formado em Jornalismo pela Unilago em 2004, suas melhores charges publico sempre no último dia do mês, e na charge acima Lézio faz uma menção ao Dias dos Pais que ocorreu no mês passado e Lézio segura caricatura de Camila e Fábio.

Stela Maria Atanázio e Olavo Arcângelo Pereira




Personalidades aniversariantes no dia de hoje que constam no livro de história de suas cidades, Stela “Quem Faz História em São José do Rio Preto” e Olavo “ A História de Catanduva de A a Z”, e agora também em nossa modesta página.

domingo, 7 de setembro de 2008

Hoje Paulo Paquet Autran faria 86 anos




Paulo Paquet Autran (Rio de Janeiro, 7 de setembro de 1922São Paulo, 12 de outubro de 2007) foi um ator brasileiro de teatro, cinema e televisão. Paulo Autran mudou-se cedo para São Paulo, onde passou a maior parte de sua vida. Estudou Direito na capital paulista por influência do pai - que era delegado de polícia - e formou-se na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1945, inicialmente pensando em ser diplomata. Desapontando na profissão de advogado, participou de algumas peças teatrais amadoras, tendo sido convidado a estrear profissionalmente com a peça Um Deus dormiu lá em casa, com direção de Adolfo Celi, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). No começo relutou, afirmando não ser ator profissional. Entretanto, após receber o incentivo de sua amiga Tônia Carrero, aceitou o desafio. A peça, que estreou para o grande público no dia 13 de dezembro de 1949, tornou-se um grande sucesso, rendendo inclusive alguns prêmios para o jovem ator. Após seu primeiro êxito comercial, Autran resolveu largar a advocacia e passou a se dedicar exclusivamente à carreira artística, dando prioridade ao teatro, sua grande paixão. Chegou a atuar em alguns filmes e telenovelas, mas é no palco que desenvolveu sua arte e se tornou conhecido, vindo a receber a alcunha de "O Senhor dos Palcos". No entanto, também será sempre lembrado por suas memoráveis atuações na televisão e no cinema, em especial por sua participação em Terra em Transe, clássico de Glauber Rocha. Na televisão uma de suas cenas mais lembradas é da telenovela Guerra dos Sexos, em que contracenava com Fernanda Montenegro. Nos últimos anos da televisão fazia mais participações especiais, principalmente em minisséries. Desde 1999, era casado com a atriz Karin Rodrigues. No último ano antes de sua morte, Paulo Autran havia passado por diversas internações, por conta de um câncer de pulmão. O tratamento (com rádio e quimioterapia) não o impediu de seguir atuando em O Avarento - e nem de seguir fumando até quatro maços de cigarro por dia. Durante sua carreira estabeleceu importantes parcerias, entre elas, com diretores como Adolfo Celi, Zbigniew Ziembiński e Flávio Rangel; e atrizes, como Tônia Carrero e Karin Rodrigues. Estreou seu 90º espetáculo em 2006, a peça O Avarento, de Molière, no Teatro Cultura Artística. Essa peça teve a sua temporada suspensa porque o ator apresentou problemas de saúde. Sua última participação na televisão foi na minissérie Um Só Coração, em 2004. Seu último personagem no cinema foi no filme O Passado de Héctor Babenco. Faleceu aos 85 anos, depois de sofrer enfisema pulmonar e complicações do câncer que tratava. A pedido da família, a causa mortis não foi divulgada pela equipe médica do hospital em que faleceu. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de São Paulo e seus restos mortais cremados no Crematório da Vila Alpina. ( Na foto acima Paulo e seu vício de décadas e abaixo a caricatura de Lézio Junior, nosso aniversariante de amanhã).

Maurício Alberto Kaisermann, nosso Morris Albert completa hoje 57 anos



Morris Albert, nome artístico de Maurício Alberto Kaisermann, (São Paulo, 7 de setembro de 1951) é um cantor e compositor brasileiro, famoso por seu sucesso de 1975 "Feelings" e "She's my girl" bem como outras canções que compôs em inglês. Atualmente vive na Itália. Com o sucesso como cantor, participou de alguns programas de Os trapalhões na fase da TV Tupi, quando eram colocados quadros musicais intercalados com os quadros cômicos. Outro cantor que teve participação na mesma época foi Ronnie Von. Um dos quadros mais hilários foi a "tradução" para o português de Renato Aragão para a canção Feelings, chamada por ele de "Filho".
Versão punk da música Feelings pela banda punk The Offspring. A música foi incluída no álbum mais conhecido da banda, Americana (álbum), que vendeu aproximadamente 13 milhões de cópias
Músicas nas paradas de sucesso: Feelings, She´s my girl, Conversation, Woman, Gonna Love You More, Memories, Sweet Loving Man, Heaven, Lady, Father, Paradise
Autor, compositor e intérprete de canções e temas musicais que fazem parte de mais de 100 filmes, seriados de TV, novelas e comerciais. Suas obras superam em 160 milhões de discos vendidos em mais de 50 países.
O novo CD do cantor Morris Albert, Felings Live and Forever, é composto de algumas canções dos seus antigos discos, interpretados de maneira especial, com um som simples e pessoal, gravado ao vivo, arranjadas e interpretadas como um tributo direto do seu próprio estilo, como Dock of the Bay, de Otis Redding, Gonna Love You More, gravada por George Benson e outras. Destaque para o pout-pourri Blue Beatles Medley, uma interpretação fantástica de sucessos dos Beatles.

Silvio Carlos Zanatta, Washington Eduardo Tápparo, Antonio Benatto, Pedro Nechar, Stela de Oliveira Andrade Ribeiro e Doroty Maia de Siqueira





































Personalidades aniversariantes no dia de hoje , que constam nos livros de suas cidades, Silvio e Washington “Quem Faz História em São José do Rio Preto e Antonio, Pedro, Stela e Doroty “ A História de Catanduva de A a Z” e agora também em nossa modesta página.

sábado, 6 de setembro de 2008

1 ano sem Luciano Pavarotti, o tenor lírico que popularizou mundialmente a ópera



Luciano Pavarotti (Módena, 12 de outubro de 1935 — Módena, 6 de setembro de 2007) foi um cantor (tenor lírico) italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi, dentre outros em seu grande repertório. É reconhecido como o tenor que popularizou mundialmente a ópera.
Pavarotti participou, com os tenores espanhóis José Carreras e Plácido Domingo, dos famosos concertos "Os três tenores", e gravou duetos com Frank Sinatra,Ricky Martin, Laura Pausini, Spice Girls, Bryan Adams, Andrea Bocelli, Mariah Carey, Queen, Céline Dion, Eros Ramazzotti, Jon Bon Jovi, The Corrs, U2 e Roberto Carlos, entre outros, especialmente para causas beneficentes, nas quais se envolveu bastante. É considerado um dos mais importantes tenores de todos os tempos. Cantou nos mais importantes teatros mundiais, como o Teatro alla Scala (Milão), a Royal Opera House (Covent Garden, Londres), o Metropolitan Opera House (Nova Iorque), dentre outros. A biografia deste fantástico cantor é muito longa, fica então a sugestão de continuar a pesquiza com seu nome e ver a quantidade de feitos deste que foi o maior tenor de todos os tempos, caricaturado acima pelo Lézio Junior.

Amodorote


Sidnei Olívio, Teodoro de Souza Araújo, José Mazzuia e João Geraldo Ruette




























Personalidades aniversariantes no dia de hoje, que constam no livro de suas cidades, Sidnei e Teodoro “Quem Faz História em São José do Rio Preto” e José e João Geraldo “A História de Catanduva de A a Z”.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Farokh Bommi Bulsara ou Freddie Mercury se estivesse entre nós faria hoje 62 anos




Freddie Mercury, nome artístico de Farokh Bommi Bulsara, (Zanzibar, 5 de Setembro de 1946Londres, 24 de novembro de 1991) foi o vocalista da banda de rock britânica Queen. É considerado pelos críticos[1][2] e por diversas votações populares[3][4] como um dos melhores cantores de sempre e com uma das vozes mais conhecidas do mundo. Freddie Mercury nasceu na cidade de Stone Town, na ilha Zanzibar, à época colônia britânica, hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental. Seus pais, Bomi Bulsara e Jer Bulsara, eram indianos de etnia persa. Mercury foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Mumbai, na Índia, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção, ao ter aulas de piano. Foi na escola que ele começou a ser chamado "Freddie" e, com o tempo até os seus pais passaram a chamá-lo assim. Depois de se formar em sua terra natal, Mercury e família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra devido a uma revolução iniciada em Zanzibar. Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em "Design Gráfico e Artístico" na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Este conhecimento mostrar-se-ia útil depois de Freddie projetar o famoso símbolo da banda. Algo que poucos fãs sabem é que na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sítios na internet. Na faculdade ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios. Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970 ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos.Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual),e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love", "Love Of My Life" e "We Are the Champions"; hinos eloqüentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos. Lançou dois discos solo, aclamados pela crítica e público.Em 1991 surgiam rumores que Mercury estava com AIDS,que se confirmaram em uma declaração feita por si mesmo em 23 de novembro um dia antes de morrer,vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991 em sua propria casa, chamada de Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. A casa de Freddie Mercury, passada por testamento à sua ex-namorada, Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época, e continua a receber até hoje. Em 25 de novembro de 1992 foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie) em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar. Os membros remanescentes dos Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, a "The Mercury Phoenix Trust", e organizaram em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente "The Freddie Mercury Tribute Concert" para homenagear o trabalho e a vida de Freddie. O cantor também foi conhecido pelo pseudônimo de Larry Lurex e pelo apelido Mr. Bad Guy. Freddie Mercury era proprietário da voz, quem sabe, mais lírica - ou, se preferir, forte - de todos os tempos, chegando provavelmente a superar Elvis Presley e John Lennon. Contam alguns que, durante as gravações do álbum 'Barcelona'', Freddie desafiou Montserrat Caballé,a cantora lírica mais conhecida no mundo, para ver quem possuía maior fôlego. Mercury venceu com uma grande vantagem. Em 1992 dão-se os jogos Olímpicos de barcelona, ano depois da morte de Freddy Mercury, nos quais Montserrat Caballé (cantora lírica Espanhola - Barcelona) intrepreta a famosa canção "Barcelona", gravada em 1988, num dueto virtual com o cantor falecido dia 24 de Novembro de 1991. Ainda hoje todos recordam o cantor e é recordado como um marco histórico para a História da música.

O dia de ontem, de hoje e o de amanhã


Álvaro José Bellini, Carlos Corrêa Gomes, Joel Barbosa Mascarenhas, Juan Antonio Bergua e Mário Longhi




























Personalidades aniversariantes no dia de hoje que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto” e agora também em nossa modesta página.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Faleceu hoje aos 75 anos, Eurípedes Waldick Soriano, o breguista que cantava a pleno pulmões “ Eu Não Sou Cachorro Não”



Eurípedes Waldick Soriano (Caetité, 13 de maio de 1933 — Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2008) foi um cantor e compositor brasileiro, ícone da música classificada como brega. Nascido na Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inventerado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo. Antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seu maior sucesso foi "Eu não sou cachorro não", que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho" e "Se Eu Morresse Amanhã". A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e científica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo César de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular cafona e ditadura militar" (Rio de Janeiro, Record, 2005), a obra traz, já em seu título, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos "bregas". Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 90, porém, a cidade teve num político o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. Waldick teve diagnosticado um câncer de próstata em 2006. Em 2 de julho de 2008 foi divulgado que seu estado de saúde era grave, pois já ocorrera metástase da doença. Veio a falecer hoje no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro.




67 anos de Marilena de Sousa Chaui, nossa maior filósofa


















Marilena de Sousa Chaui (São Paulo, 4 de setembro de 1941) é filósofa brasileira e historiadora da filosofia. Professora de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). É casada com o historiador Michael Hall. Chaui é autora de vários livros, dentre os quais destacam-se: "Repressão Sexual", "Da Realidade sem Mistérios ao Mistério do Mundo", "Brasil: Mito Fundador e Sociedade Autoritária", "Professoras na Cozinha", "Introdução à História da Filosofia", "Experiência do Pensamento", "Escritos Sobre a Universidade", "Filosofia: Volume Único", "Convite à Filosofia", "O que é Ideologia", "Política em Espinosa" , "A Nervura do Real", "Espinosa: Uma Filosofia de Liberdade". Obteve o seu doutorado com uma tese sobre o filósofo Baruch de Espinosa. É reconhecida, não só pela sua produção acadêmica, mas pela participação efetiva no contexto do pensamento e da política brasileira. Já foi secretária municipal da Cultura na cidade de São Paulo durante o mandato da ex-prefeita Luiza Erundina (1988-1992). A obra escrita, caracterizada pelo didatismo, obtém um sucesso apreciável. O best-seller "O que é Ideologia" (Ed. Brasiliense, Coleção Primeiros Passos) já vendeu mais de cem mil exemplares, bastante acima da média de vendas dos livros no Brasil. Chaui abandonou nos últimos anos a militância política que mantinha desde a juventude, justificando o abandono pela necessidade de dedicar mais tempo à reflexão e à participação no debate público. Continua ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) e considera que a experiência à frente da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo foi de extrema importância para tornar o trabalho ainda mais sintonizado com a realidade e os problemas nacionais.

José Polacchini Sobrinho



A personalidade aniversariante de hoje José Polacchini consta no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Hoje Dia do Biólogo, o profissional que estuda a vida e funções dos seres vivos




A profissão de Biólogo foi regulamentada no Brasil pela Lei número 6.684 de 3 de setembro de 1979. Devido à profissão ter sido regulamentada em um 3 de setembro, instituiu-se este o Dia do Biólogo.
O Biólogo é um profissional capacitado para, além de executar, pensar. A pesquisa básica na área das Ciências Biológicas é, hoje em dia, realizada em grande parte por Biólogos. Isso inclui técnicas aplicadas na medicina, no controle de pragas, e na preservação ambiental.
Parabéns a você Biólogo, profissional que estuda a vida em suas diferentes formas de expressão. Comprometido com uma área de atuação quase infinita: estuda a origem, estrutura, evolução e funções dos seres vivos, classifica as diferentes espécies animais e vegetais e estabelece sua relação com o meio ambiente, monitora qualidade de nossas águas, recombina DNA para descobrir medicamentos e estudar a ação de enzimas e, acima de tudo luta pela proteção e preservação de nosso planeta.




Tela de Daniel Firmino da Silva, exposta na nossa Pinacoteca



Segunda –feira dia 1 deste mês, divulguei o aniversário do Daniel Firmino, e conforme prometi fiquei de colocar mais trabalhos para que o leitor conheça bem os traços e o dom deste artista e observe sua obra em toda sua plenitude. Confira !

Abner Gomyde Júnior, Francisco de Salles Oeterer e Olavo Martins dos Santos











Personalidades aniversariantes no dia de hoje, que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”, e agora também em nossa modesta página.