quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Adriano Sanfelice, Agustín Alcalde de Arriba, Edvaldo Antônio Rezende, João Francisco de Caires, Rubens Antônio Cláudio, Rubens Sanches Filho




























Personalidades aniversariantes no dia de hoje que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”e agora também em nossa modesta página.

Sérgio Dias, Luís Flório, Conceição Aparecida Cordioli Pires e Arthur Ranzini











Personalidades aniversariantes no dia de hoje que constam no livro “A História de Catanduva de A a Z”de Vicente Celso Quaglia produzido Editora Rio-Pretense.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Hoje Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, ou Ozonosfera








A camada de ozônio ou ozonosfera é um filtro de proteção formado pelo gás ozônio (oxigênio concentrado) que protege a atmosfera das radiações liberadas pelo sol. Situada na estratosfera, o gás é fortemente oxidante e reativo se chegar à troposfera. Também utiliza sua forte radiação para conseguir impedir a passagem dos raios ultravioletas que se porventura chegassem à atmosfera acabariam com todo ser vivo existente. Em 1977, alguns cientistas descobriram um buraco na camada de ozônio na Antártida e ainda, posteriormente, registrou-se que a fina camada de ozônio estava afinando ainda mais em diferentes regiões. Existem algumas substâncias químicas que são liberadas no ar e que provocam tais danificações, como os clorofluorcarbonos e os hidrocarbonetos alifáticos halogenados. Tais substâncias ao chegarem à estratosfera reagem com o ozônio resultando em moléculas de oxigênio e de monóxido de cloro. Com o buraco na camada de ozônio, os raios ultravioletas conseguem penetrar pelo filtro de proteção e chegam até a atmosfera, provocando câncer de pele, cegueira, alergias, afetando todo o sistema imunológico deixando-o mais vulnerável ao ataque de fungos, bactérias e outros. Em 1985, foi assinada a Convenção de Viena e dois anos depois o Protocolo de Montreal (que por duas vezes foi modificado) por alguns países que se comprometeram em trabalhar contra o aumento do buraco na camada de ozônio. Declarado pela ONU, o dia 16 de setembro é o dia em que se comemora o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. ( Texto de Gabriela Cabral da Equipe Brasil Escola).

Marcondes Falcão Maia faz hoje 51 anos, I’m not dog no, diz também Falcão



Marcondes Falcão Maia ou simplesmente Falcão (Pereiro, Ceará; 16 de setembro de 1957), é um cantor e compositor brasileiro. É considerado o maior ícone do estilo brega brasileiro. Ainda criança, Falcão mudou-se para Fortaleza para freqüentar a escola. Na capital cearense, cursou a faculdade de Arquitetura, mas já iniciava sua carreira no mundo artístico. Seu primeiro disco, Bonito, lindo e joiado, foi lançado de forma independente e chamou a atenção da gravadora BMG. Nesse disco está seu primeiro sucesso de abrangência nacional, I'm not dog no, versão da música Eu não sou cachorro, não de Waldick Soriano. Sempre usando sua tradicional vestimenta florida e alegre com seu toque pessoal — o girassol preso em seu paletó — Falcão é autor de oito álbuns, e de um livro com frases de efeito chamado "Leruaite". Foi entrevistado no programa do em 27 de outubro de 2007 divulgando novo álbum.
Discografia
Bonito, lindo e joiado (1992)
O dinheiro não é tudo, mas é 100% (1994)
A besteira é a base da sabedoria (1995)
A um passo da MPB (1997)
Quanto pior, melhor (1998)
500 anos de chifre (1999)
Do penico à bomba atômica (2000)
Maxximum: Falcão (Coletânea) (2005)
What porra is this (2006)

Acácio Roberto Mello, Oscar Funes e Paulo Norberto Arruda de Paula

















Personalidades aniversariantes no dia de hoje, que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”, e agora também em nossa modesta página.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Lia Fett Luft completa hoje seus 70 anos, e continua ainda surpreendendo seus leitores



Lya Fett Luft (Santa Cruz do Sul, 15 de setembro de 1938) é uma romancista, poetisa e tradutora brasileira. É também professora universitária e colunista da revista semanal Veja. Luft já traduziu para o português mais de cem livros, entre os quais estão obras de autores consagrados, como Virginia Woolf, Rainer Maria Rilke, Hermann Hesse, Doris Lessing, Günter Grass, Botho Strauss e Thomas Mann. Formou-se em letras anglo-germânicas e, desde os vinte anos, trabalha como tradutora de alemão e inglês. Também tem mestrados em literatura brasileira e lingüística aplicada, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Nascida em uma cidade de colonização alemã, Lya é filha do advogado e juiz Arthur Germano Fett e tinha um relacionamento melhor com o pai do que com a mãe. Diferentemente de Lya, que gosta de ser brasileira, sua família tinha muito orgulho de suas raízes alemãs, considerando-se superior aos "brasileiros", embora tivessem chegado ao Brasil em 1825. Tida como uma menina desobediente e contestadora, Lya, aos onze anos, já recitava poemas de Goethe e Schiller. Aos dezenove anos, Lya Fett converteu-se ao catolicismo, espantando seus pais, ambos luteranos. Na sua juventude, já morava em Porto Alegre. Em 1963, com vinte e um anos, casou-se com Celso Pedro Luft, um então irmão marista, dezenove anos mais velho do que ela. Eles se conheceram durante uma prova de vestibular. Ela e seu marido tiveram três filhos: Suzana (1965), André (1966) e Eduardo (1969). Em 1985, Lya divorciou-se de seu primeiro marido para viver com o psicanalista e também escritor Hélio Pellegrino, falecido em 1988. Em 1992, Lya voltou a casar com Celso Luft, de quem ficou viúva em 1995. Atualmente, está namorando um engenheiro carioca que reside na capital gaúcha. No início de seu casamento com Celso, Lya começou a escrever poemas, reunidos no livro Canções de limiar (1964). Em 1972, foi publicado seu segundo livro de poemas, intitulado Flauta doce. Quatro anos mais tarde, escreveu alguns contos e mandou-os para um editor da Nova Fronteira, que os considerou "publicáveis". Em 1978, foi lançado seu primeiro livro de contos, Matéria do Cotidiano. O mesmo editor da Nova Fronteira, Pedro Madureira, tinha aconselhado Lya a escrever romances. Daí surgiu As parceiras, publicado em 1980. A asa esquerda do anjo veio no ano posterior. Tais livros foram influenciados por uma visão de morte que a autora teve, depois de sofrer um acidente automobilístico quase fatal, em 1979. O quarto fechado, publicado em 1984, foi lançado nos Estados Unidos da América sob o título The Island of the Dead. Em 1996, Lya lançou o premiado O Rio do meio, de ensaios, considerado a melhor obra de ficção do ano. Em 2001, Luft recebeu o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica, pela obra Lete: Arte e crítica do esquecimento, de Harald Weinrich. Os livros de Lya Luft continuam sendo traduzidos para diversos idiomas, como alemão, inglês e italiano.

Canções de limiar, 1964
Flauta doce, 1972
Matéria do cotidiano, 1978
As parceiras, 1980
A asa esquerda do anjo, 1981
Reunião de família, 1982
O quarto fechado, 1984
Mulher no palco, 1984
Exílio, 1987
O lado fatal, 1989
O rio do meio, 1996
Secreta mirada,1997
O ponto cego, 1999
Histórias do tempo, 2000
Mar de dentro, 2000
Perdas e ganhos, 2003
Histórias de bruxa boa, 2004
Pensar é transgredir, 2004
Para não dizer adeus, 2005
O silêncio dos amantes, 2008 .

Aparecida Conceição Zito Ribeiro, Geovanne Furtado Souza, Geraldo Ap. Borges, Helenir Therezinha da Silva, Joaquim de Souza Barbeiro, José Elias Bessa






























Personalidades aniversariantes no dia de hoje, que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”, e agora também em nossa modesta página.


Munira Bauab Nechar, Neon de Mello e Oliveira, Raghuvir Krishnaswamy Arni, Ramon Arnal Carrasco Júnior, Rolim Adolfo Amaro e Walter Simardi




















































Personalidades aniversariantes no dia de hoje, que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”, e agora também em nossa modesta página.






domingo, 14 de setembro de 2008

Cláudio Malagoli, o artista plástico que mais retratou nossa antiga São José do Rio Preto













Este artista plástico que nasceu na querida cidade de Araraquara SP, no dia 14 de setembro de 1927 e faleceu no dia 24 de abril de 1993, este artista rio-pretense, foi um dos fundadores e conselheiro da Arba em 1981 e foi também o autor do Projeto Memória com 30 telas sobre os locais antigos de São José do Rio Preto. , o acervo hoje esta exposto no Centro Cultural Daud Jorge Simão, ao lado da Pinacoteca Municipal a Sala Cláudio Malagoli esta justamente no mesmo andar com o Museu de Arte Primitivista de “José Antonio da Silva “ e Sala Cascatinha & Inhana. Nas fotos acima algumas de suas telas expostas.


O candidato a prefeito de Walmir Américo Orlandeli


Nosso cartunista e produtor gráfico Orlandeli criou um personagem que se dá muito bem na política, e o mais incrível é que este personagem politiqueiro nosso “Grump” tão próximo de nós, que a ficção se torna realidade. Parabéns ao Orlandeli pela suas tirinhas em nosso jornal Diário da Região, espero que seu jornal ai de sua cidade, também seja um dos 50 jornais que receba as tiras pela Agência Estado.

Amira Honsi Chalela, Crescêncio Cêntola, Emerson Sumariva, Mário Jabur Filho, Remo Tadeu Conforti, Serafim Magrini e Valtenir Murari
















































Personalidades aniversariantes no dia de hoje, que constam no livro “Quem Faz História em São José do Rio Preto”, e agora também em nossa modesta página.